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Você abandonaria seu emprego por estar infeliz nele?

Geração Z prefere estar desempregada a ser infeliz no trabalho! Pesquisa global indica que essa mesma tendência nos millenials e gera debate sobre privilégios e sobre a ideia de felicidade no trabalho

Vamos situar o que seria a geração Z. A geração Z é composta por quem nasceu na primeira década do século XXI. Por não haver uma exatidão na contabilização do tempo em relação ao surgimento das diferentes gerações, podemos considerar como geração Z quem nasceu no fim da década de 1990.

O mais marcante dessa geração é a sua íntima relação com a tecnologia e com o meio digital, considerando que ela nasceu no momento de maior expansão tecnológica proporcionada pela popularização da internet."

Enquanto os millenials, que também são conhecidos por geração Y, eles ficam de 1980 e final do milênio, por isso a junção, coincidem na transição e acabam por se assemelhar quanto a algumas características.
A importância de se trabalhar a felicidade no ambiente de trabalho
Agora que você se situou nas gerações, vamos voltar a pesquisa, um estudo global feito pelo Workmonitor, ganhou exposição nas últimas semanas, indicando que 56% da geração Z prefere estar desempregada a infeliz no trabalho. Para os millennials, essa porcentagem é de 55%.

A pesquisa foi feita com 35 mil trabalhadores e revelou, também, que dois em cada três entrevistados destas gerações disseram que não se importariam em ganhar um salário um pouco menor se estivessem contribuindo para a sociedade com propósito.

Para as empresas, fica escancarado o risco de perder seus talentos, se houver falta de conexão!

Um caminho para reforçar o laço do relacionamento organizacional será oferecer flexibilidade no modelo trabalho, já que 71% dos respondentes disseram que poder trabalhar de qualquer lugar é bem importante para eles.

Os dados apresentam indicações de tendências e podem incitar boas discussões. Mas, não tenhamos ilusões. No contexto brasileiro, é necessário aplicar um olhar interseccional e mais atento.

A parcela da geração Z que pode "escolher" o desemprego à infelicidade no trabalho é formada por jovens com segurança financeira familiar, que representam uma parcela menor dentro do seu grupo etário, mas que tende a incluir as pessoas com melhor nível educacional. Ou seja, o risco do tal "apagão de talentos" segue na ativa!

Já a categoria conhecida como "nem-nem" (nem trabalha e nem estuda), não deve ser vista como grupo que ativamente decidiu não trabalhar. Grande parte dos jovens são, na verdade, "sem-sem" (sem opção de trabalho e sem oportunidade de estudar), principalmente em regiões periféricas.

Por fim, a felicidade no trabalho também precisa ser discutida. É claro que as empresas precisam se posicionar como plataformas de desenvolvimento humano, se adaptando às novas demandas das relações de trabalho. Mas a felicidade não é uma "oferta" e sim uma construção de percepção circunstancial de cada indivíduo. Essa construção demanda maturidade e consciência, além de ter o desafio de vencer a ansiedade e imediatismo comuns à juventude.

Contudo ainda estamos em fases de transições, devido as mudanças de gerações serem cada vez mais rápidas, e isso exige das pessoas e das empresas um esforço contínuo de buscar soluções para as demandas profissionais, sejam elas sobre felicidade, ou mesmo a atual flexibilidade que muitos buscam, mas isso é assunto para outro artigo.

O que temos é que os jovens que vão entrar ou já começaram a trabalhar precisam ser atraídos para locais mais germinadores de felicidade.

Então, qual sua opinião sobre esses dados? Sobre o assunto? Acredita que os jovens estão mais criteriosos na seleção do trabalho, ou estão menos resilientes, mesmo?

Você já considerou pedir demissão por estar infeliz no emprego? Deixe sua visão e vamos construir um novo ambiente organizacional.


Fonte: Linkedin (peço desculpas, não lembrei de salvar o nome do perfil, e depois não encontrei o original)
Adaptação e contribuições: 
Marcelo Cabral – Multiplicador e Consultor da ACTIO Consultoria & Treinamentos
Fonte da imagem: adaptado do freepik


2 comentários:

  1. Excelente artigo. Muito esclarecedor e uma excelente fonte de informação principalmente para aqueles que estão na posição líderes de equipe e gestores. Parabéns!

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  2. Muito interessante, não havia parado para pensar sobre o assunto, essa matéria me fez refletir sobre algumas coisas aconteceram com pessoas próximas a mim, muito bom parabéns.

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